PARA ONDE VOAM AS FEITICEIRAS

Documentário | Longa-metragem

SINOPSE

 

Para Onde Voam as Feiticeiras utiliza a interação direta e encenações de 7 Manas nas ruas do centro de São Paulo como dispositivos para uma experiência cinematográfica que busca provocar e refletir sobre a história do preconceito no Brasil, da colonização aos dias atuais. No centro dessa narrativa polifônica criada junto com diferentes segmentos e lutas presentes no filme está a importância das alianças políticas entre os movimentos de resistência negra, indígena, LGBTQI+ e de ocupação urbana dos trabalhadores sem teto. O documentário entrelaça realidade e ficção para fazer emergir as camadas mais sutis, profundas e enraizadas do preconceito. 

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FICHA TÉCNICA

 

Direção: Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral

Produção: Aurora Filmes

Lançamento previsto: 2020

Eliane Caffé iniciou sua carreira como cineasta com três premiados curtas: O Nariz (1987), Arabesco (1990) e Caligrama (1995). Em seguida, roteirizou e dirigiu 4 longas. O mais recente, Era o Hotel Cambridge (2017) participou de festivais nacionais e internacionais, sendo aclamado por público e crítica e recebendo vários reconhecimentos. Anteriormente, realizou os também premiados Kenoma (1998), Narradores de Javé (2002) e O Sol do Meio Dia (2009). É reconhecida por seus projetos autorais e audaciosos, sempre buscando inovação de linguagem em sua narrativa.

Carla Caffé é artista diretora de arte e professora. Participou de importantes mostras internacionais entre elas  a Bienal de Veneza 2018. Seus principais projetos realizados em cinema são entre outros:  Era o Hotel Cambridge (Eliane Caffé, 2017) e Central do Brasil (Walter Salles, 1998). Publicou 4 livros sendo os mais recentes Era o Hotel Cambridge, arquitetura, cinema e educação edições SESC e  o livro de artista A (e) rea Paulista, publicado pela Galeria Vermelho. É reconhecida por seus projetos multidisciplinares envolvendo práticas pedagógicas. 


Beto Amaral produziu, entre outros projetos, Insolação (Felipe Hirsch e Daniela Thomas, 2009) que teve sua estreia mundial no Festival de Veneza 2009. Foi corroteirista e produziu Vazante (Daniela Thomas, 2018), que abriu a Mostra Panorama do Festival de Berlin 2017. Colaborou no roteiro e produziu o filme O Banquete (Daniela Thomas, 2018) e foi codiretor do documentário Mantega, com Daniela Thomas e Sandra Corveloni. É criador, produtor e corroteirista da série para TV Passos Perdidos.